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Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
ESTRELAS
...
Há algumas décadas, os astrônomos reconhecem a importância de se compreender as radiações espaciais, provenientes de vários pontos da Via Láctea, para entender como as estrelas se formaram em nossa galáxia. E as respostas, ao que parece, não serão dadas por um equipamento espacial recente ou ainda por lançar, e sim por uma das sondas mais antigas ainda em operação.

Lançadas há mais de 34 anos no espaço e ainda operando até os dias de hoje, as sondas Voyager 1 e 2, da NASA, são os objetos espaciais mais longe da Terra ainda em operação. Atualmente, elas se encontram nas bordas do sistema solar, depois de passar recolhendo dados essenciais sobre todos os planetas a partir da Terra.

Da distância em que estão, as sondas Voyager detectam um tipo especial de radiação, chamada de “linha de Lyman-Alpha”. Tal radiação, composta basicamente de hidrogênio ionizado, já foi observada por astrônomos em outras galáxias, mas nunca na Via Láctea. O motivo é a própria radiação solar, que “ofusca” nossa sensibilidade à linha de Lyman-Alpha.

Todas as regiões espaciais, das quais as sondas constataram a emissão de radiação Lyman-Alpha, têm um ponto em comum: são pontos de formação de novas estrelas. As gêmeas Voyager continuam examinando as bordas do sistema solar, mas essa tendência está se confirmando com impressionante precisão.

A relação entre estes dois fatores é clara: se um local de “produção” de estrelas é abundante na emissão de
determinada radiação, entender o mecanismo por trás disso pode contar muito sobre como o universo foi composto em seus primórdios, a partir dos primeiros corpos celestes. Esse é o desafio dos cientistas da NASA a partir de agora. [LiveScience]
   08/12/2011 @ 12:37:57
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
ESTRELAS
...
Há algumas décadas, os astrônomos reconhecem a importância de se compreender as radiações espaciais, provenientes de vários pontos da Via Láctea, para entender como as estrelas se formaram em nossa galáxia. E as respostas, ao que parece, não serão dadas por um equipamento espacial recente ou ainda por lançar, e sim por uma das sondas mais antigas ainda em operação.

Lançadas há mais de 34 anos no espaço e ainda operando até os dias de hoje, as sondas Voyager 1 e 2, da NASA, são os objetos espaciais mais longe da Terra ainda em operação. Atualmente, elas se encontram nas bordas do sistema solar, depois de passar recolhendo dados essenciais sobre todos os planetas a partir da Terra.

Da distância em que estão, as sondas Voyager detectam um tipo especial de radiação, chamada de “linha de Lyman-Alpha”. Tal radiação, composta basicamente de hidrogênio ionizado, já foi observada por astrônomos em outras galáxias, mas nunca na Via Láctea. O motivo é a própria radiação solar, que “ofusca” nossa sensibilidade à linha de Lyman-Alpha.

Todas as regiões espaciais, das quais as sondas constataram a emissão de radiação Lyman-Alpha, têm um ponto em comum: são pontos de formação de novas estrelas. As gêmeas Voyager continuam examinando as bordas do sistema solar, mas essa tendência está se confirmando com impressionante precisão.

A relação entre estes dois fatores é clara: se um local de “produção” de estrelas é abundante na emissão de
determinada radiação, entender o mecanismo por trás disso pode contar muito sobre como o universo foi composto em seus primórdios, a partir dos primeiros corpos celestes. Esse é o desafio dos cientistas da NASA a partir de agora. [LiveScience]
   08/12/2011 @ 12:37:40
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
BURACOS NEGROS
---
Um grupo de cientistas descobriu os dois maiores buracos negros conhecidos até o momento, com uma massa quase 10 bilhões de vezes superior à do Sol, informa um artigo publicado nesta segunda-feira pela revista \\\"Nature\\\".

Esses buracos negros, localizados em duas enormes galáxias elípticas a cerca de 270 milhões de anos-luz da Terra, são muito maiores do que se previa por meio de deduções dos atributos das galáxias anfitriãs.

Segundo os especialistas, liderados por Chung-Pei Ma, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a descoberta sugere que os processos que influenciam no crescimento das galáxias grandes e seus buracos negros diferem dos que afetam as galáxias pequenas.

Os cientistas acreditam que todas as galáxias maciças com componente esferoidal abrigam em seus centros buracos negros gigantescos.

As oscilações de luminosidade e brilho identificadas nos quasares do universo sugerem ainda que alguns deles teriam sido alimentados por buracos negros com massas 10 bilhões de vezes superiores à do Sol.

No entanto, o maior buraco negro conhecido até então, situado na gigantesca galáxia elíptica Messier 87, tinha uma massa de apenas 6,3 bilhões de massas solares.

Os buracos negros são difíceis de serem detectados porque sua poderosa gravidade os absorve por completo, incluindo a luz e outras radiações que poderiam revelar sua presença.

Os cientistas avaliaram os dados de duas galáxias vizinhas a Messier 87 - NGC 3842 e NGC 4889 - e concluíram que nelas havia buracos negros supermassivos.

Os cientistas usaram o telescópio Gemini do Havaí, adaptado com lentes especiais que permitem detectar o movimento irregular de estrelas que se movimentam perto dos buracos negros e que são absorvidas por eles.

Os pesquisadores constataram que a NGC 3842 abriga em seu centro um buraco negro com uma massa equivalente a 9,7 milhões de massas solares, enquanto, na NGC 4889, há outro com uma massa igual ou superior.

Esses buracos negros teriam um horizonte de eventos, a região na qual nada, nem sequer a luz, pode escapar de sua atração, cerca de sete vezes maior do que todo o sistema solar.

Segundo os especialistas, o enorme tamanho dos buracos se deve à sua habilidade para devorar não só planetas e estrelas, mas também pequenas galáxias, um processo que teria sido produzido ao longo de milhões de anos.
   06/12/2011 @ 14:30:43
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
BURACOS NEGROS
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Um grupo de cientistas descobriu os dois maiores buracos negros conhecidos até o momento, com uma massa quase 10 bilhões de vezes superior à do Sol, informa um artigo publicado nesta segunda-feira pela revista \\\"Nature\\\".

Esses buracos negros, localizados em duas enormes galáxias elípticas a cerca de 270 milhões de anos-luz da Terra, são muito maiores do que se previa por meio de deduções dos atributos das galáxias anfitriãs.

Segundo os especialistas, liderados por Chung-Pei Ma, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a descoberta sugere que os processos que influenciam no crescimento das galáxias grandes e seus buracos negros diferem dos que afetam as galáxias pequenas.

Os cientistas acreditam que todas as galáxias maciças com componente esferoidal abrigam em seus centros buracos negros gigantescos.

As oscilações de luminosidade e brilho identificadas nos quasares do universo sugerem ainda que alguns deles teriam sido alimentados por buracos negros com massas 10 bilhões de vezes superiores à do Sol.

No entanto, o maior buraco negro conhecido até então, situado na gigantesca galáxia elíptica Messier 87, tinha uma massa de apenas 6,3 bilhões de massas solares.

Os buracos negros são difíceis de serem detectados porque sua poderosa gravidade os absorve por completo, incluindo a luz e outras radiações que poderiam revelar sua presença.

Os cientistas avaliaram os dados de duas galáxias vizinhas a Messier 87 - NGC 3842 e NGC 4889 - e concluíram que nelas havia buracos negros supermassivos.

Os cientistas usaram o telescópio Gemini do Havaí, adaptado com lentes especiais que permitem detectar o movimento irregular de estrelas que se movimentam perto dos buracos negros e que são absorvidas por eles.

Os pesquisadores constataram que a NGC 3842 abriga em seu centro um buraco negro com uma massa equivalente a 9,7 milhões de massas solares, enquanto, na NGC 4889, há outro com uma massa igual ou superior.

Esses buracos negros teriam um horizonte de eventos, a região na qual nada, nem sequer a luz, pode escapar de sua atração, cerca de sete vezes maior do que todo o sistema solar.

Segundo os especialistas, o enorme tamanho dos buracos se deve à sua habilidade para devorar não só planetas e estrelas, mas também pequenas galáxias, um processo que teria sido produzido ao longo de milhões de anos.
   06/12/2011 @ 14:30:33
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
BURACOS NEGROS
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Um grupo de cientistas descobriu os dois maiores buracos negros conhecidos até o momento, com uma massa quase 10 bilhões de vezes superior à do Sol, informa um artigo publicado nesta segunda-feira pela revista \\\"Nature\\\".

Esses buracos negros, localizados em duas enormes galáxias elípticas a cerca de 270 milhões de anos-luz da Terra, são muito maiores do que se previa por meio de deduções dos atributos das galáxias anfitriãs.

Segundo os especialistas, liderados por Chung-Pei Ma, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a descoberta sugere que os processos que influenciam no crescimento das galáxias grandes e seus buracos negros diferem dos que afetam as galáxias pequenas.

Os cientistas acreditam que todas as galáxias maciças com componente esferoidal abrigam em seus centros buracos negros gigantescos.

As oscilações de luminosidade e brilho identificadas nos quasares do universo sugerem ainda que alguns deles teriam sido alimentados por buracos negros com massas 10 bilhões de vezes superiores à do Sol.

No entanto, o maior buraco negro conhecido até então, situado na gigantesca galáxia elíptica Messier 87, tinha uma massa de apenas 6,3 bilhões de massas solares.

Os buracos negros são difíceis de serem detectados porque sua poderosa gravidade os absorve por completo, incluindo a luz e outras radiações que poderiam revelar sua presença.

Os cientistas avaliaram os dados de duas galáxias vizinhas a Messier 87 - NGC 3842 e NGC 4889 - e concluíram que nelas havia buracos negros supermassivos.

Os cientistas usaram o telescópio Gemini do Havaí, adaptado com lentes especiais que permitem detectar o movimento irregular de estrelas que se movimentam perto dos buracos negros e que são absorvidas por eles.

Os pesquisadores constataram que a NGC 3842 abriga em seu centro um buraco negro com uma massa equivalente a 9,7 milhões de massas solares, enquanto, na NGC 4889, há outro com uma massa igual ou superior.

Esses buracos negros teriam um horizonte de eventos, a região na qual nada, nem sequer a luz, pode escapar de sua atração, cerca de sete vezes maior do que todo o sistema solar.

Segundo os especialistas, o enorme tamanho dos buracos se deve à sua habilidade para devorar não só planetas e estrelas, mas também pequenas galáxias, um processo que teria sido produzido ao longo de milhões de anos.
   06/12/2011 @ 14:30:24
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
ÁGUA DA TERRA
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O Cometa Hartley 2 contém mais água parecida com a encontrada na Terra do que qualquer outro cometa que conhecemos.

Um estudo utilizando o telescópio espacial Herschel mediu a fração de deutério, um tipo raro de hidrogênio, presente na água do cometa.

Assim como os nossos oceanos, a água tinha a metade da quantidade de deutério visto em outros cometas. O resultado dá a ideia de que grande parte da água da Terra poderia ter vindo de impactos com cometas. E haja cometa!

Alguns milhões de anos após sua formação, a Terra primitiva era rochosa e seca. O mais provável é que algo tenha trazido a água que cobre a maior parte do planeta hoje.

A água tem uma espécie de impressão digital molecular a partir da quantidade de deutério que ela contém, e a medição desse elemento foi feita em apenas cerca de meia dúzia de cometas – e todas eles têm demonstrado uma fração de deutério que é o dobro dos oceanos.

Asteroides dão origem à meteoros e meteoritos que chegam à Terra, o que faz com que seja mais facilmente estabelecida a sua fração de deutério.

O material de meteoritos tem aproximadamente a mesma proporção de deutério que os oceanos da Terra contêm. Por isso, a suposição foi de que, se a água veio de outro lugar, ela chegou de asteroides.

Até agora, todos os cometas medidos foram os chamados objetos da Nuvem de Oort, que acredita-se que tenham sido formados no início da história do sistema solar, na região dos planetas gigantes Netuno e Urano, e chutados a uma grande distância, esbarrando com eles mesmos e com outros planetas.

O Cometa Hartley 2 é o primeiro objeto do Cinturão de Kuiper a ser submetido a uma análise de deutério. Os objetos desse Cinturão foram formados não muito longe do nosso sistema solar e os cometas que lá se originaram têm órbitas muito mais curtas do que as da Nuvem de Oort.

Uma equipe internacional usando o telescópio Herschel descobriu que ele tinha uma fração de deutério muito mais próxima dos nossos oceanos.

A descoberta abriu a possibilidade de que os cometas pelo menos contribuíram para o nosso abastecimento de água.

Mas resposta ainda não é definitiva, já que muito do que acreditamos ter acontecido no sistema solar é baseado em modelos de computador. Esses modelos podem necessitar de ajustes à luz de novas provas e de mais estudos para avaliar se muitos objetos do Cinturão de Kuiper são como Hartley 2.

Se os cometas de órbita curta forem como este, então essa pode ser uma fonte significativa de nossa água.

Os pesquisadores argumentam que o resultado mostra que a distinção entre as potenciais fontes de água deve ser feita. No passado, os cientistas pensavam que asteroides e cometas eram classes de corpos completamente diferentes. Agora, vários novos resultados mostram que os dois são irmãos e irmãs primitivos.

Esta nova visão muda, pelo menos, a semântica da questão sobre a origem da água da Terra. A questão torna-se mais técnica: a partir de qual região e por qual mecanismo dinâmico vieram os objetos que trouxeram água para a Terra?

Os investigadores concordam que as novas tecnologias de telescópios é que serão, em breve, capazes de resolver estas questões. [BBC]
   06/12/2011 @ 13:24:45
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
MÚSICA NO NATAL
...




Walter Medeiros
Música no Natal
--- Walter Medeiros* - waltermedeiros@supercabo.com.br
A proximidade dos festejos natalinos, que sempre gera algo contagiante e envolvente, realçando a felicidade, a bondade, a ternura, simpatia, amor e tantos outros sentimentos bons, mundo afora, sempre aguçou minha atenção. Quando criança, lembro dos presentes que ganhei; não foram tantos, mas todos foram muito valiosos: do dominó verde trazido pela minha prima Socorrinho, ao Gordini azul presenteado pela minha irmã Clemilda, e o dinheiro que meu irmão Wellington dava para eu comprar o que quisesse e aproveitava para gastar na Livraria Moderna.
Guardo na mente também as vitrines da Cidade Alta, que nos anos 70 e seguintes atraiam a freguesia com aqueles motivos de recursos propagandísticos ainda parcos, mas da melhor qualidade. Assim encontrávamos objetos para realizar sonhos no Magazin Jóia, de Auta Vieira e irmãos; na Galeria do Barão do Rio Branco; na Lobrás; Americanas, enquanto não chegava a nova dimensão do comércio de Natal, através do Hiper Bom Preço, Carrefour e shoppings. Até a chegada dessas grandes estruturas, tudo que se tinha para momentos com a família na cidade eram as lanchonetes e a Casa da Maçã. Só depois é que surgiram as pizzarias.
Em meio a esse clima natalino, que começou faz tempo, vou olhar as vitrines de um grande shopping, em busca de alguma novidade que justifique novo entusiasmo. E encontro. Numa prateleira ou outra, lá está sempre um objeto que faz brilhar os olhos e toca o coração pela descoberta de algo com a impressão de que quem o receber de presente irá vibrar e valorizar. Ou aquele objeto que fica bem em algum lugar da casa, para tornar o ambiente mais agradável a quem nos visitar. No fundo, todos com aquele aspecto de Décimo Terceiro Salário, gratificação natalina que começou com esse nome, depois passou a ser tratada só como “décimo terceiro” e agora já chamam de “décimo”.
Em meio a essa andança, ouço um piano solitário, executando bela música clássica, que me leva para dentro de algum castelo, na Renascença, e aos bailes que embalaram os corações da humanidade através da história. Fico sensibilizado e grato pela feliz escolha do programador do shopping, lembrando inclusive do tempo em que sonhei em ser discotecário da rádio, mas o destino me transformou em repórter. Era uma música daquelas que o popular extraiu do erudito e a transformou em universal. Mas em meio a esta sensação, passa um cidadão com uma impressão diferente, aquela que foi formada no tempo em que a Paixão de Cristo e outros momentos eram embalados pelas músicas clássicas, e exclama: “agora tão tocando música fúnebre, né?”
Nem vi o cidadão, que passou rapidamente, mas suas palavras alteraram completamente a cena. Como acontece muitas vezes as coincidências da vida, poucos passos adiante vejo ninguém menos que o Padre Pedro Ferreira, uma das pessoas mais qualificadas para falar sobre música. Aquele mesmo andar calmo, aquela mesma voz forte de sempre. Aí conto o ocorrido. Com a bagagem imensa de pesquisador e músico, ele esboça aquele sorriso que vai além do homem comum que classifica as músicas. E fala com a grandeza do sacerdote: “veja como são diferentes as percepções”. E ao final roga para que Deus me acompanhe. Como a música é mesmo divina, saí me guardando para ouvir, no Natal, aquela música que conheci através da sua regência no coral da UFRN: “Hallelujah”.
---
*Jornalista
·



   30/11/2011 @ 17:42:54
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
SONECA
...
Um novo estudo da Universidade da Califórnia descobriu que “dormir com problemas” realmente ajuda, porque o sonho oferece uma terapia para as memórias ruins.

Quando entramos no estado de sonho, o sistema de estresse do cérebro fica desativado enquanto passamos por memórias emocionais recentes.

Ressonâncias magnéticas mostram que, após o sono, o centro emocional do cerebro fica menos ativo, enquanto áreas que governam a racionalidade assumem o controle, ajudando-nos a superar experiências dolorosas dos dias anteriores.

O estudo pode explicar porque vítimas de estresse pós-traumático, que geralmente sofrem de distúrbios de sono, têm grande dificuldade em superar memórias difíceis.

Apesar de não existir um consenso científico de porque passamos um terço de nossas vidas dormindo, o estudo adiciona às crescentes evidências da importância do estado onírico (do sonho), que toma cerca de 20% do tempo total do sono.

Um dos autores do estudo, Matthew Walker, afirma que sonhar “nos dá uma forma de terapia noturna, um ‘chá de erva-cidreira’ que remove as pontas afiadas dos dias anteriores”.

“Ao processar experiências emocionais passadas durante o sono onírico, acordamos no dia seguinte e elas foram aliviadas em sua força emocional. Sentimos-nos melhor quanto a elas”, adiciona.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia monitoraram a atividade cerebral de 34 voluntários enquanto mostravam uma série de 150 imagens pensadas para provocar respostas emocionais.

O experimento foi realizado duas vezes, com uma diferença de 12 horas, e enquanto metade dos participantes viam as imagens de manhã e depois à noite, a outra parte começava a noite, dormia, e assistia quando acordava.

Os resultados revelam que aqueles que dormiram entre os períodos tiveram muito menos reação emocional quando viram as imagens pela segunda vez.

As imagens cerebrais identificaram uma baixa na atividade da amígdala, parte do cérebro que controla as emoções, e um aumento no córtex pré-frontal, que governa as repostas racionais, durante a segunda sessão.

Os pesquisadores dizem que o estudo pode explicar porque os remédios para pressão sanguínea, que diminuem os sinais de estresse no cérebro durante o sono, provaram ser efetivos em desordens pós-traumáticas, e talvez levem a novos tratamentos para problemas de sono e doenças mentais.[Telegraph
   26/11/2011 @ 11:39:07
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
BOLINHAS
..
Não é segredo que os novos milionários são cada vez mais jovens. Em 2010, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, entrou para a história após ter sido apontado como uma das personalidades do ano pela revista Times, sendo um dos bilionários mais jovens do mundo.

Mas, quando estamos falando do mundo dos negócios, os jovens têm sempre no mínimo vinte e poucos anos. Não é o caso de Harli Jordean, com surpreendentes 8 anos. Sem nenhuma faculdade, mestrado ou experiência em negócios, ele enriqueceu com um site de vendas eletrônicas que tem a sua cara: bolinhas de gude.

O garoto sempre foi apaixonado pelas bolinhas e depois que teve sua coleção roubada por meninos mais velhos, pediu para que a mãe comprasse mais pela internet. Os dois perceberam que não havia muitas opções, e Harli resolveu criar um site dedicado exclusivamente à venda de bolinhas de gude – que cresceu surpreendentemente com pedidos do mundo inteiro.

Bom para a mãe e os irmãos que agora trabalham para Harli, o garoto que ficou milionário com uma brincadeira de criança. [OddityCentral]
   25/11/2011 @ 11:18:40
Comentário de: alderico leandro [ Membro ]
MEMÓRIA

Muita gente encara a senilidade e a perda gradual de memória como processos irreversíveis e naturais do ser humano. Mas você pode tomar algumas medidas, desde jovem, para evitar que a velhice traga esses problemas com tanta intensidade. O cérebro pode envelhecer mais lentamente se você souber o que fazer.

Muitas pessoas que atingem a casa dos 60 anos passam a temer o mal de Alzheimer. Sendo uma doença de raízes genéticas, não pode ser evitada dependendo do seu DNA. Mas a maior parte dos casos de demência que atingem a terceira idade tem muito pouco ou nada a ver com genética: são consequências diretas de certos hábitos de vida.

O senso comum criou a ideia, nas últimas décadas, de que a receita para manter seu cérebro “jovem” é fazer atividades mentais como sudoku e palavras cruzadas. É um engano. O próprio coordenador do Instituto de Saúde Mental dos EUA, Majid Fotuhi, se encarrega de desmentir isso.

O neurologista americano garante que a melhor maneira de manter a mente saudável é fazer o mesmo com o corpo. Manter-se em forma é o primeiro passo para garantir a longevidade cerebral. Ao lado disso, como explica o médico, é importante manter-se socialmente ativo, interagindo com outros grupos de pessoas. O Dr. Fotuhi pratica dança de salão desde a juventude, e recomenda esta atividade como uma das melhores para o objetivo.

Uma recente descoberta, feita com o que há de melhor no campo da ressonância magnética, revelou que o exercício constante pode literalmente fazer o cérebro crescer. O hipocampo cerebral geralmente começa a perder entre 1% e 2% de seu volume por ano a partir dos 50 anos. Mas a atividade física regular reduz sensivelmente esse encolhimento.

Uma pesquisa da Universidade de Illinois (EUA) comprovou isso, em um estudo com 120 adultos. Depois de um ano se exercitando sob supervisão dos cientistas, os participante tiveram em média aumento de 2% do volume do hipocampo.

Os cientistas enfatizam, no entanto, que não é recomendável só começar a se preocupar com isso quando você atingir a idade onde o ser humano está sujeito à demência. Quanto mais jovem você começar a trabalhar para evitar esse problema no futuro, melhores serão os resultados.]
   23/11/2011 @ 13:22:54

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